O maior fator de estímulo ao investimento dentro desse setor é a demanda, e apesar dos processos burocráticos e da instabilidade em alguns setores dos recursos financeiros – possíveis desestimulantes para o investimento – a indústria reencontra espaço para pensar em novas jornadas.

Para superar obstáculos que vêm transformando os ciclos mercantis desde que a sombra de uma crise financeira desestabilizou o país, novas soluções e alternativas, nem sempre ligadas diretamente aos níveis fabris, vêm reduzindo os custos de sua cadeia produtiva. É aí que entram as estratégias de marketing industrial:

Tanto os custos relacionados à divulgação e credibilidade de marca, redução dos passos dentro do ciclo de compra, fidelização de clientes quanto a redução do Custo de Aquisição de Clientes (CAC) podem ser positivamente afetadas por essas estratégias de marketing industrial.

Modelo B2B

Boa parte desses empreendimentos investem em modelos B2B, onde a comunicação de fornecedores direciona-se a outros fornecedores, e não diretamente a seus consumidores finais, o que acontece no marketing digital “clássico”. Nesse cenário, uma manufatura de produção de ferramentas encontra meios de oferecer serviços ou produtos para uma manufatura do setor automobilístico, por exemplo.

Vendas com diferentes níveis e ciclos mercantis mais longos são características intrínsecas aos processos das relações B2B – graças a valores mais expressivos e à possibilidade de troca de serviços e produtos, é gerado um maior investimento em tempo, e maior influxo quanto à necessidade dessa relação. Todos esses vetores devem criar um “funil” com um único resultado: custo-benefício. Pensando justamente na otimização desses processos, empresas B2B investem em bons exemplos do marketing industrial.

Produção de conteúdo

As possibilidades estratégicas dentro do marketing industrial revolvem, geralmente, em torno de dois grandes pilares: demandas existentes e geração de novas demandas.

Se o setor em questão oferece produtos ou serviços de demanda consolidada – como dentro da construção civil, materiais hospitalares, ou até mesmo no setor automotivo – a produção de conteúdo geralmente é voltada para temáticas mais educativas. Elas garantem que a comunicação posicione as soluções dessa manufatura como a melhor performance, elucidando questões que a envolvem, e tudo mais o que fortaleça sua influência dentro do ciclo.

Já quando a estratégia envolve geração de novas demandas – como as indústrias que propõem produtos ou serviços pioneiros, como aplicativos ou soluções digitais – até mesmo a seleção das palavras-chaves é diferenciada. Nesse caso, pode ser que nem mesmo o consumidor final dessa indústria saiba que o serviço ou produto em questão é uma solução para a sua demanda. Assim, compreender os fatores e hábitos que envolvem fornecedores do mesmo setor, ou de setores relacionados, é tão importante quanto atingir o target final.

Em ambos os casos, todo o conteúdo gerado deve atrair novos leads para o seu site, landing page, movimentar suas redes sociais e transformar a sua marca em uma especialista no setor em que trabalha, não apenas gerando, como também e nutrindo leads.

A revolução digital aliada a fatores econômicos são algoritmos essenciais na gestão consciente dos investimentos da indústria, e seja no mercado off-line, quanto nas jornadas virtuais, todo e qualquer investimento sólido, é um bom investimento.

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